Cheias...
Na noite de 24 para 25 de Outubro, abateu-se sobre Portugal uma verdadeira bátega de água, mais concretamente na zona centro da país e na área da capital. A chuva provocou, como costuma ser normal, o caos em Lisboa mas fez estragos noutros pontos do país, inundando ruas e casas um pouco por todo país. Os exemplos mais vísiveis(e também mais graves) ocorreram em Pombal e Soure, com a subida do Arunca, em Tomar, com a subida do Nabão e na zona de Leiria/Marinha Grande/Batalha, em que o Lis e o Lena saltaram das margens.
A questão das cheias partilha do mesmo problema da história dos incêndios: as Câmaras Municipais, em conjunto com o Serviço Nacional de Florestas, deveriam ter a preocupação de cuidar, preservar, limpar e vigiar as matas e florestas pelo nosso país fora.O que acontece? Todos os anos resultam em milhares e milhares de hectares de zonas verdes ardidas. E nas cheias? Saneamento básico que funciona mal, não escoando suficientemente a água, esgotos e valetas entupidas e rios e rios mal limpos, acumulando lixo no seu interior. Para além disto, a informação do Serviço Nacional de Protecção Civil parece ser desprezível para a população.
Em tudo isto, nota-se uma mentalidade evidente de despreocupação, quer pela população no geral e , mais grave, pelos políticos que deveriam zelar pelo bem-estar das suas populações.
A questão das cheias partilha do mesmo problema da história dos incêndios: as Câmaras Municipais, em conjunto com o Serviço Nacional de Florestas, deveriam ter a preocupação de cuidar, preservar, limpar e vigiar as matas e florestas pelo nosso país fora.O que acontece? Todos os anos resultam em milhares e milhares de hectares de zonas verdes ardidas. E nas cheias? Saneamento básico que funciona mal, não escoando suficientemente a água, esgotos e valetas entupidas e rios e rios mal limpos, acumulando lixo no seu interior. Para além disto, a informação do Serviço Nacional de Protecção Civil parece ser desprezível para a população.
Em tudo isto, nota-se uma mentalidade evidente de despreocupação, quer pela população no geral e , mais grave, pelos políticos que deveriam zelar pelo bem-estar das suas populações.
