Portugal no Mundial...
Neste mês de ausência, vários acontecimentos que dominaram a actualidade passaram ao lado das minhas notas soltas: a crise em Timor, a preparação das presidenciais em França, o escândalo no futebol italiano, também no nosso futebol com o caso que opõe Belenenses e Gil Vicente, a detenção de um membro da Frente Nacional portuguesa, entre outros factos.
Porém, é o futebol que domina as conversas no café, nas praças, nas televisões. É o futebol que alimenta os portugueses, colados à televisão, cada vez mais apaixonados e excitados com a campanha portuguesa em terras germânicas.
Confesso que Portugal tem superado as minhas expectativas, não só em resultados como em exibições. Chegámos com um nível exibicional parecido com aquele a que tinhamos visto antes do Euro 2004, mas depressa vimos uma equipa a jogar um futebol muito parecido com aquele que nos fez vice-campeões, apenas superados um futebol muito inteligente, calculista, frio e defensivo dos gregos.
Estamos nos quartos de final. Falta ainda jogar dois jogos, mas partindo do princípio que num desses jogos o Brasil derrotará o Gana, somos a par de suíços ou ucranianos os únicos que em competições séniores nunca ganhou nada. Somos o país mais pequeno das selecções ainda em prova, mas a melhor equipa europeia classificada no seu último certame continental.
Temos mostrado união, força, vontade, tudo qualidades que foram desrespeitadas por aqueles que nos representavam no México em 86 e na Coreia do Sul/Japão em 2002. temos mostrado um nível exibicional muito bom, baseando o jogo em posse de bola, circulação de bola, movimentação dos homens da frente, utilizando homens de trás em desequilibrios como o provam as subidas constantes de Maniche e Miguel. Temos tido uma defesa certinha, com um guarda redes atento e seguro, um eixo defensivo a caminhar para um perfeito entendimento e dois laterais com boa capacidade defensiva. Temos um bom banco de suplentes, temos uma competente equipa técnica e temos um país que apoia incondicinalmente os seus heróis(à excepção do presidente do FC Porto).
Por isso, eu acredito que é possível fazer história. E enquanto tal for possível, deixem-me sonhar...
Porém, é o futebol que domina as conversas no café, nas praças, nas televisões. É o futebol que alimenta os portugueses, colados à televisão, cada vez mais apaixonados e excitados com a campanha portuguesa em terras germânicas.
Confesso que Portugal tem superado as minhas expectativas, não só em resultados como em exibições. Chegámos com um nível exibicional parecido com aquele a que tinhamos visto antes do Euro 2004, mas depressa vimos uma equipa a jogar um futebol muito parecido com aquele que nos fez vice-campeões, apenas superados um futebol muito inteligente, calculista, frio e defensivo dos gregos.
Estamos nos quartos de final. Falta ainda jogar dois jogos, mas partindo do princípio que num desses jogos o Brasil derrotará o Gana, somos a par de suíços ou ucranianos os únicos que em competições séniores nunca ganhou nada. Somos o país mais pequeno das selecções ainda em prova, mas a melhor equipa europeia classificada no seu último certame continental.
Temos mostrado união, força, vontade, tudo qualidades que foram desrespeitadas por aqueles que nos representavam no México em 86 e na Coreia do Sul/Japão em 2002. temos mostrado um nível exibicional muito bom, baseando o jogo em posse de bola, circulação de bola, movimentação dos homens da frente, utilizando homens de trás em desequilibrios como o provam as subidas constantes de Maniche e Miguel. Temos tido uma defesa certinha, com um guarda redes atento e seguro, um eixo defensivo a caminhar para um perfeito entendimento e dois laterais com boa capacidade defensiva. Temos um bom banco de suplentes, temos uma competente equipa técnica e temos um país que apoia incondicinalmente os seus heróis(à excepção do presidente do FC Porto).
Por isso, eu acredito que é possível fazer história. E enquanto tal for possível, deixem-me sonhar...

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